16/03/2020

Em 24 horas, RN registra chuvas de até 143 milímetros



O Rio Grande do Norte teve chuvas de até 143 milímetros entre às 7h da manhã da quinta-feira (12) e 7h desta sexta-feira (13), segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado (Emparn). As maiores precipitações aconteceram no município de Baía Formosa, na região Leste potiguar, seguido por Parnamirim (137,2 mm) e Natal (135 mm).
Chuvas fortes também foram registradas no Oeste. Em Tibau e Campo Grande, foram 83 mm e em Ipanguaçu, 78,5 mm. Na região Agreste, Parazinho e Vera Cruz registraram respectivamente 73,5 e 58,4 mm.
As chuvas geraram problemas nas cidades com maior densidade populacional. Em São Gonçalo do Amarante, um menino de 9 anos morreu atingido por um muro que desabou.
Em Parnamirim, as chuvas derrubaram muro de um cemitério e a água acabou "cavando covas" e deixando caixões à mostra. Um corpo acabou saindo do caixão.
Na capital, foram registrados casos de transbordamento de lagoas de captação e alagamentos de casas na Zona Norte. O trânsito da cidade também ficou lento em avenidas importantes e semáforos chegou a quebrar.
Na Zona Sul, o muro de um prédio com 70 apartamentos desabou e a água levou terra para dentro do estacionamento, atingindo veículos. Ninguém ficou ferido.
Confira abaixo as chuvas nos municípios do Rio Grande do Norte:

Região Leste

  • Baía Formosa - 143 mm
  • Parnamirim - 137,2 mm
  • Natal - 135,1 mm
  • São Gonçalo do Amarante - 129,6 mm
  • Extremoz - 119,5 mm
  • Pedra Grande - 81 mm
  • Espirito Santo - 62,9 mm
  • Goianinha - 56,5 mm
  • Montanhas - 47,2 mm
  • Ceará-Mirim - 40 mm

Oeste potiguar

  • Tibau - 83,4 mm
  • Campo Grande - 83 mm
  • Ipanguaçu - 78,5 mm
  • Campo Grande - 68,5 mm
  • Martins - 67 mm
  • Carnaubais - 52 mm
  • Umarizal - 46 mm
  • Alto do Rodrigues - 42 mm
  • Grossos - 35,7 mm
  • Paraú - 32,3 mm
  • Pendências - 27 mm
  • São Rafael - 27 mm
  • Lucrécia - 25,4 mm
  • Caraúbas - 24,5 mm
  • Areia Branca - 22,6
  • Itajá - 20 mm
  • Serrinha dos Pintos - 20 mm
  • Janduís - 17 mm
  • Assu - 16,3 mm
  • Encanto - 15 mm
  • Rodolfo Fernandes - 14,9 mm
  • Olho D'Água Dos Borges - 13,1 mm
  • Viçosa - 12 mm
  • Mossoró - 9,4 mm
  • Upanema - 7,2 mm
  • Paraná - 7 mm
  • Patu - 7 mm
  • Pilões - 6,3 mm
  • Venha Ver - 6 mm
  • Itaú - 5 mm
  • São Francisco do Oeste - 4,8 mm
  • Felipe Guerra - 4 mm
  • Serra do Mel - 4 mm
  • Portalegre - 2,5 mm
  • Riacho da Cruz - 2,5 mm
  • Messias Targino - 2,3 mm
  • João Dias - 0,2 mm

Região Central

  • Caicó - 47,1 mm
  • São Bento do Norte - 42,2 mm
  • Jardim de Angicos - 36 mm
  • São João do Sabugi - 22,5 mm
  • Jardim do Seridó - 21,3 mm
  • Acari - 20,9 mm
  • Pedro Avelino - 19,5 mm
  • Serra Negra do Norte - 17,1 mm
  • Santana do Seridó -16 mm
  • São Fernando - 16 mm
  • Timbaúba dos Batistas - 14 mm
  • Fernando Pedroza - 8,9 mm
  • Macau - 6,5 mm
  • Cerro Corá - 6 mm
  • Santana do Matos - 4,1 mm
  • Parelhas - 3,9 mm
  • Caiçara do Rio dos Ventos - 3,8 mm
  • Guamaré - 3,8 mm

Região Agreste

  • Parazinho - 73,5 mm
  • Vera Cruz - 58,4 mm
  • Monte Alegre - 57 mm
  • Bom Jesus - 42,6
  • Monte das Gameleiras - 35 mm
  • Rui Barbosa - 32,6 mm
  • São Pedro - 32 mm
  • Santa Maria - 27 mm
  • Nova Cruz - 24 mm
  • Bento Fernandes - 23,2 mm
  • São Paulo do Potengi - 23 mm
  • Santo Antonio - 22,5 mm
  • São Bento do Trairi - 19,9 mm
  • São Tomé - 17,5 mm
  • Japi - 17,1 mm
  • Coronel Ezequiel - 6 mm
  • Tangará - 4,7 mm
  • Sitio Novo - 1,5 mm

10/03/2020

Como o novo coronavírus se compara ao vírus da gripe

Como o novo coronavírus se compara ao vírus da gripe

Ambas as doenças causam sintomas parecidos, mas existem algumas diferenças importantes, como a taxa de mortalidade.

Estudo mostra porque alguns casos de Covid-19 são fatais, e a maioria não

Estudo mostra porque alguns casos de Covid-19 são fatais, e a maioria não.

Se o seu corpo neutralizar o vírus enquanto ele estiver na sua garganta, o caso será leve. O problema só começa mesmo caso ele alcance os pulmões.

Por Bruno Carbinatto 10 de mar 2020,

















A Covid-19 apresenta sintomas leves na maioria dos casos, mas pode ser extremamente agressiva a uma minoria. E um novo relatório divulgado pela OMS, que analisou os primeiros 56 mil casos da doença na China, pode explicar o porquê: o que parece definir a gravidade da Covid-19 é o local até onde o vírus chega em seu corpo. Quando ele se restringe ao nariz ou à garganta, os sintomas são leves. Já se ele chega aos pulmões a doença tende a ficar séria e, dependendo do caso, até levar à morte. O documento também alerta que essa evolução pode ocorrer rapidamente.
Para entender por que, precisamos analisar os mecanismos de infecção do coronavírus. Quando o SARS-cov-2 entra em nosso corpo pelas vias respiratórias, através de gotículas de saliva geralmente transportadas pelas mãos, ele encontra uma série de células prontas para infecção. Mas, assim como todos os outros patógenos invasores, o vírus não consegue sair entrando em tudo o que ele vê pela frente: ele precisa de uma entrada específica. Para isso, os coronavírus têm uma arma secreta: as proteínas spike. São elas, inclusive, que dão o nome ao grupo – essas proteínas aparecem como protuberâncias pontiagudas ao redor do envelope viral, resultando em uma formato de uma coroa (“corona”).
As spike são adaptadas para se ligar com receptores específicos em nosso corpo. Por isso, quando os vírus estão do lado de dentro, eles procuram por essas “fechaduras” nas células. O SARS-cov-2, especificamente, consegue se ligar a uma proteína conhecida como ACE2, que está presente em diversos tecidos do nosso corpo, incluindo nariz e boca. E, como o coronavírus tem acesso ao nosso corpo exatamente por esse sistema, ele não precisa procurar muito para encontrar suas vítimas.

As grandes epidemias e as Pandemias ao longo da história.

As grandes epidemias e as Pandemias ao longo da história

Bactérias, vírus e outros micro-organismos já causaram estragos tão grandes à humanidade quanto as mais terríveis guerras, terremotos e erupções de vulcões

(Dominio Público/Reprodução)

PESTE NEGRA

50 milhões de mortos (Europa e Ásia) – 1333 a 1351
História: A peste bubônica ganhou o nome de peste negra por causa da pior epidemia que atingiu a Europa, no século 14. Ela foi sendo combatida à medida que se melhorou a higiene e o saneamento das cidades, diminuindo a população de ratos urbanos
Contaminação: Causada pela bactéria Yersinia pestis, comum em roedores como o rato. É transmitida para o homem pela pulga desses animais contaminados
Sintomas: Inflamação dos gânglios linfáticos, seguida de tremedeiras, dores localizadas, apatia, vertigem e febre alta
Tratamento: À base de antibióticos. Sem tratamento, mata em 60% dos casos

CÓLERA

Centenas de milhares de mortos – 1817 a 1824





(PIXNIO/Reprodução)

05/03/2020

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves.

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves é o maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, com capacidade de 2,4 bilhões de metros cúbicos. Está localizada no Rio Piranhas-Assú, entre os municípios de Assú, Itajá e São Rafael. Foi construído em 1980, pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), administrador da barragem.
Controvérsias de contaminação.
Há possibilidades de haver contaminação desta barragem em virtude da exploração da mina de ferro Jucurutu, por uma empresa concessionária, localizada na Serra do Bonito ou Cabeço do Bonito.
O Moinho da empresa exploradora encontra-se na base da mesma Serra, com amplas possibilidades dos resíduos serem lançados na Barragem Armando Ribeiro.
Há denúncia das Prefeituras das cidades de janduis e Assú no sentido de que a mesma barragem esteja contaminada com bactérias cinanofíceas, tornando a água imprópria para o consumo humano.

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