21/05/2020
O DR E A PROFESSORA
Auxílio emergencial pode ser prorrogado, mas com novos valores.
Auxílio emergencial pode ser prorrogado, mas com novos valores
O auxílio emergencial poderá ser prorrogado de acordo com o comunicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Mas no entanto o governo afirma que algumas mudanças serão necessárias para que isso ocorra. Desde que foi lançado como uma medida para combater a crise financeira causada pela pandemia, milhões de brasileiros foram beneficiados com a medida. Mas no entanto algumas mudanças vão ocorrer ´para garantir que o auxílio possa se estender por mais três meses
De acordo com o noticiado pelo jornal Folha de São Paulo, o ministro Guedes, esteve reunido com empresários na última terça-feira (19) onde tratou do assunto. Segundo informações divulgadas no jornal, o ministro admitiu que o governo possa prorrogar o auxílio emergencial.
Mas no entanto no entendimento de Guedes o atual valor de R$ 600, representa um sério risco para a saúde financeira do país. Conforme defendido pelo ministro, só será possível prorrogar por mais três meses se houver uma alteração no valor pago.
De acordo com o entendimento da equipe econômica, o valor deve passar a um terço do que é pago hoje. Sendo assim o auxílio passar dos atuais R$600 para R$ 200. Cabe lembrar que este foi o primeiro valor sugerido pelo presidente Bolsonaro.
Mas no entanto, após o Câmara dos Deputadosconcluir que um valor mais justo seria de R$500, Bolsonaro definiu passar para R$600. Mas muitos alegam que o presidente só aumentou o valor para não dar o braço a torcer à Maia.
Auxílio emergencial pode ser prorrogado
De acordo com Guedes, o auxílio não poderia ser maior do que o Bolsa Família, pois segundo Guedes, os beneficiários do programa de transferência de renda “de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais (os grandes beneficiados pelo auxílio) ”Se voltar para R$ 200 quem sabe não dá para estender um mês ou dois? R$ 600 não dá”, disse o ministro na reunião com empresários, segundo a Folha . “O que a sociedade prefere, um mês de R$ 600 ou três de R$ 200? É esse tipo de conta que estamos fazendo. É possível que aconteça uma extensão. Mas será que temos dinheiro para uma extensão a R$ 600? Acho que não”, completou.
“Se o Bolsa Família é R$ 200, não posso pagar mais que isso a um chofer de táxi no Sudeste”, disse Guedes, comparando as necessidades entre beneficiários do Bolsa Família e do auxílio emergencial. “Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia”, justificou.C
Crédito Oliveira Peres.
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