30/04/2022

POLÍTICA: Ciro Nogueira e Arthur Lira acenam nos bastidores para Lula, se PT vencer

Ciro Nogueira e Arthur Lira acenam nos bastidores para Lula, se PT vencer
                   Ciro Nogueira e Arthur Lira

Eles têm enviado recados ao ex-presidente Lula de que podem apoiar seu governo se o PT vencer a eleição presidencial

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e até mesmo o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, têm enviado recados ao ex-presidente Lula de que podem apoiar seu governo se o PT vencer a eleição presidencial, de acordo com o jornalista Tales Faria, do UOL. 
Ciro, que é senador eleito e presidente nacional do PP, foi explícito em conversa com um deputado de seu partido que apoia Lula no Nordeste: "Não tem problema. Vai na frente que, se precisar, depois eu vou atrás".

O PP é quem comanda o grupo de partidos chamado de centrão, que tem garantido ampla maioria para o governo no Congresso. Ciro está afastado de Lula no momento, mas já foi muito próximo do ex-presidente.

Arthur Lira, por sua vez, está em plena campanha para continuar no comando da Câmara no ano que vem. Para isso, ele não busca apenas votos entre os governistas.

O deputado tem tentado abertamente conquistar apoio entre aliados de Lula. Ele argumenta que pretende concorrer à reeleição, mesmo com a vitória do petista. E que, neste caso, não fará oposição ao presidente eleito e nem Lula vai querer abrir guerra.

"Você sabe que eu sempre tive uma postura correta, institucional", disse a um deputado da oposição com quem mantém diálogo constante.

Foi para reafirmar essa "postura institucional" que o presidente da Câmara se manifestou contrário às ameaças de Bolsonaro ao sistema de apuração das eleições.

"O processo eleitoral brasileiro é uma referência. Pensar diferente é colocar em dúvida a legitimidade de todos nós, eleitos, em todas as esferas", escreveu no Twitter.

Em suas conversas reservadas, líderes de partidos que hoje fazem oposição ao presidente Bolsonaro admitem que, se vencer em outubro, Lula terá que avaliar se poderá eleger um presidente da Câmara de sua confiança, ou se terá que se compor com Arthur Lira.

"Tudo depende do tamanho que as bancadas terão após as eleições. O Lira está forte aqui dentro, tem trabalhado muito. Não dá para a gente se antecipar num caso desses" disse à coluna uma liderança petista.

No momento, publicamente, Lira e Ciro continuarão manifestando total apoio a Bolsonaro. Passada a eleição, os dois também pretendem avaliar a força que conquistaram no novo Parlamento e, portanto, o que poderão obter do novo governo.

Credito: Pensar Piau
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29/04/2022

Polícia identifica falso entregador suspeito de matar jovem durante roubo em SPAgentes encontraram um revólver e material semelhante ao utilizado no assalto em endereços ligados ao suposto autor do crime.

Polícia identifica falso entregador suspeito de matar jovem durante roubo em SP
Agentes encontraram um revólver e material semelhante ao utilizado no assalto em endereços ligados ao suposto autor do crime
A Polícia Civil identificou o suspeito de ser o falso entregador que matou Renan Silva Loureiro, de 20 anos, durante um roubo no Jabaquara, na zona sul de São Paulo. O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) ainda não divulgou a identidade do suposto autor do crime. Buscas foram realizadas em dois endereços ligados ao suspeito nesta quarta-feira, 27. A polícia encontrou um revólver, uma bolsa, uma jaqueta e capa de chuva, material semelhante ao utilizado no roubo. Também foram encontrados vários cartões de memória de celulares, possivelmente provenientes de roubo.

Na última segunda-feira, 25, Renan e a namorada passavam pela rua Rua Freire Farto, no Jabaquara, quando foram abordados por um motoqueiro que usava uma mochila de entregador de aplicativo. Ele anunciou o assalto, pegou os celulares do casal e, antes de fugir, atirou contra o jovem, que morreu no local. A Polícia Civil afirmou que as buscas prosseguem para prender o suspeito.

Credito: jovem pan
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25/04/2022

Forças Armadas pedem ao TSE “adoção de medidas” para contagem de todos os votosInformação consta no "Plano de Ação para a Ampliação da Transparência do Processo Eleitoral", documento de 81 páginas a que a CNN teve acesso

Forças Armadas pedem ao TSE “adoção de medidas” para contagem de todos os votos
Informação consta no "Plano de Ação para a Ampliação da Transparência do Processo Eleitoral", documento de 81 páginas a que a CNN teve acesso
Novas urnas eletrônicas do TSE
Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

As Forças Armadas pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que fossem “adotadas medidas” para validar e contar votos nas eleições deste ano, caso o sistema eletrônico falhe.

A informação consta no “Plano de Ação para a Ampliação da Transparência do Processo Eleitoral”, documento com 81 páginas com as contribuições dos integrantes do Comitê de Transparência Eleitoral, colegiado composto por representantes, dentre outros, da Polícia Federal, OAB, academia e Forças Armadas com o objetivo de aperfeiçoar o sistema eleitoral.

De acordo com o documento, as Forças Armadas, por meio do seu representante na comissão, general Heber Portella, fez a sugestão. “Considerando o voto como um direito e um dever inarredáveis de cada cidadão, sugere-se a adoção de medidas que permitam a validação e a contagem de cada voto sufragado, mesmo que, por qualquer motivo, as respectivas mídias ou urnas eletrônicas sejam descartadas”, disse Portella.

Ele também afirmou, de acordo com o documento, que “não foi possível visualizar medidas a serem tomadas em caso da constatação de irregularidades nas eleições”.

“Destaca-se que, a despeito do esforço em se prever ações em face da observância de falhas durante o pleito eleitoral, até o presente momento, salvo melhor juízo, não foi possível visualizar medidas a serem tomadas em caso da constatação de irregularidades nas eleições. Nesse diapasão, propõe-se a previsão e divulgação antecipada de consequências para o processo eleitoral, caso seja identificada alguma irregularidade.”

Em resposta, o TSE disse no documento que “com relação ao sistema de votação utilizado atualmente, ressalta-se que, por sua natureza eletrônica, possui mecanismos para a recuperação de votos”. Também informou que “em relação às medidas a serem adotadas diante de irregularidades nas eleições, esclarecemos que se encontram previstas na legislação eleitoral pátria”.

Neste domingo, o ministro do TSE Luís Roberto Barroso disse que “as Forças Armadas estão sendo orientadas para atacar” o processo eleitoral brasileiro e “tentar desacreditá-lo”. Em resposta, o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, emitiu uma nota dizendo que a declaração era “irresponsável e constitui-se em ofensa grave a essas instituições nacionais permanentes do Estado Brasileiro.” Nesta segunda, o Comitê de Transparência Eleitoral se reuniu — o encontro já estava previsto — para aprovar as medidas a partir das sugestões de seus integrantes, como as próprias Forças Armadas, Polícia Federal e integrantes da academia.

A análise do relatório permite concluir que as Forças Armadas, por meio do general, fizeram sugestões em diversos outros aspectos do processo eleitoral. Propuseram, por exemplo, “adequar a quantidade de urnas e a forma de seleção das amostras especificadas, de maneira que se atinja um nível de confiança de, no mínimo, noventa e cinco por cento”. Também disse que as urnas do teste “deveriam empregar a identificação do eleitor por meio de biometria”.

Outra sugestão feita foi a de que o aplicativo “Boletim na Mão” fosse aperfeiçoado, “no sentido de incluir funcionalidades que permitam, entre outros aspectos, o armazenamento de vários Boletins de Urna e a totalização em tempo real, a partir do somatório do QR-CODE dos referidos boletins”.

Também pediu que novas propostas adicionais ao Plano de Ação possam ser sugeridas a qualquer momento, que fosse destacado no plano de ação a possibilidade de o código-fonte da urna sofrer alteração até a Cerimônia de Lacração da urna e que nos testes de segurança da urna eletrônica nas próximas eleições sejam diminuídas as restrições impostas aos chamados “investigadores”, espécie de hackers que tentam invadir a urna.

A ideia inicial era que o documento fosse aprovado e divulgado na tarde desta segunda-feira, mas houve questionamentos por parte de alguns integrantes. O general Heber Portella, por exemplo, questionou como o TSE calculou o número de urnas necessárias para que o teste de integridade seja realizado com margem de segurança. A expectativa é de que o documento final seja divulgado até o final desta semana.

A ideia da corte é que a versão final seja um resumo das dez medidas adotadas para melhorar a transparência eleitoral:

Instituição da Comissão de Transparência das Eleições (CTE);
Instituição do Observatório de Transparência das Eleições (OTE);
Antecipação da inspeção dos códigos-fonte;
Aperfeiçoamento do Teste Público de Segurança (TPS);

Publicação dos códigos-fonte;
Ampliação da participação das entidades fiscalizadoras na Cerimônia de Preparação das Urnas;

Evolução dos Testes de Integridade das Urnas Eletrônicas;
Publicação dos arquivos Registros Digitais dos Votos (RDV) e Logs das Urnas;
Incentivo à conferência dos Boletins de Urna pelos mesários;
Fortalecimento da Comunicação Institucional.
 
Credito: CNN Eleições 2022.
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22/04/2022

Entenda o que é graça constitucional, que Bolsonaro concedeu a Silveira.

Entenda o que é graça constitucional, que Bolsonaro concedeu a Silveira.

Presidente editou decreto instituindo a graça ao deputado, que foi
condenado pelo STF

O presidente Jair Bolsonaro concedeu nesta quinta-feira, 21, um indulto da graça ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). Com isso, Silveira será perdoado da pena de oito anos e nove meses estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na véspera.

 

Bolsonaro poderia fazer isso? Segundo o Código de Processo Penal, sim. O presidente usou o artigo 734 do Código de Processo Penal, que estabelece que "a graça poderá ser provocada por petição do condenado, de qualquer pessoa do povo, do Conselho Penitenciário, ou do Ministério Público, ressalvada, entretanto, ao Presidente da República, a faculdade de concedê-la espontaneamente".

 

A Constituição também define que cabe privativamente ao presidente "conceder indulto e comutar penas". Os indultos são coletivos e mais comuns, ao passo que a graça é uma clemência individual e rara. 

 

Segundo Pierpaolo Cruz Bottini, professor e especialista em Direito Penal, em entrevista a EXAME, o indulto individual nunca foi usado no regime constitucional, a partir de 1988. Segundo ele, o Supremo será provocado para avaliar se esse indulto, da forma que foi feito, é válido. "Os ministros vão avaliar a constitucionalidade desse ato individual do presidente da República. Agora, o STF precisa ser provocado para se manifestar e precisamos ver os argumentos que serão usados para entender qual será a decisão e qual o alcance", explicou.


A discussão já esteve presente no Supremo Tribunal Federal, que em decisões recentes tem acatado esse tipo de decreto presidencial. O presidente Jair Bolsonaro concedeu indultos a agentes de segurança pública. Na época, ministros afirmaram que a decisão seria prerrogativa do presidente.

 

Em 2019, Bolsonaro também concedeu indulto a presos com doenças graves ou em estado terminal, com exceção para condenados por crimes hediondos ou violentos.

 

O que é graça constitucional

A graça é perdão individual, pessoal, e que o chefe de Estado concede a alguém condenado ou que já está cumprindo pena. 

 

O que é indulto presidencial

indulto é um benefício concedido pelo Presidente da República. Significa o perdão da pena, efetivado mediante decreto que tem como consequência a extinção, diminuição ou substituição da pena. É regulado por Decreto do Presidente da República, com base no artigo 84, XII da Constituição Federal.

Existem limites para o indulto. Não é possível conceder para crimes hediondos, turtura, tráfico, terrorismo, por exemplo.

 

Indultos presidências não acontecem só no Brasil

 Antes de deixar a presidência dos Estados Unidos no inicio deste ano, Donald Trump concedeu perdão a 73 pessoas e comutou as sentenças de outras 70. O indulto garantiu o perdão pleno para crimes federais. Entre os perdoadas, estavam Steve Bannon, estrategista da campanha de Trump em 2016, e os cantores Lil Wayne e Kodak Black.

Entenda o caso Daniel Silveira

 O Supremo condenou Daniel Silveira por ameaças e incitação à violência contra ministros da Corte. Foram dez votos a favor da condenação, oito deles seguindo integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes. Apenas Nunes Marques votou pela absolvição do deputado.

Silveira, que ficou preso por quase um ano, é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de agressões verbais e graves ameaças contra os integrantes do Supremo em três ocasiões; incitar o emprego de violência e grave ameaça para tentar impedir o livre exercício dos Poderes Legislativo e Judiciário por duas vezes; e estimular a animosidade entre as Forças Armadas e o STF, ao menos uma vez. Ele virou réu em abril de 2021.


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16/04/2022

Emenda de Rafael Motta garante novos equipamentos para o Corpo de Bombeiros do RN

Emenda de Rafael Motta garante novos equipamentos para o Corpo de Bombeiros do RN

                       Dando uma checada nos detalhes antes em equipe

O deputado federal Rafael Motta visitou, nesta sexta-feira (8), a sede do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, localizada em Natal, para acompanhar a entrega de equipamentos adquiridos através de emenda destinada pelo mandato. O valor total foi de R$ 816 mil. 

O parlamentar foi recebido pelo Subcomandante Geral, Coronel Acioli e assessores da Corporação, que expressaram seu agradecimento e detalharam os equipamentos adquiridos, entre eles botes infláveis, capacetes, respiradores, luvas e botas.

"O Corpo de Bombeiros do RN desempenha um grande trabalho em favor da sociedade potiguar. É uma instituição séria, que tem credibilidade, confiança e merece o investimento”, ressalta o deputado.

Rafael Motta tem uma ligação histórica com a CBM. Seu avô Clóvis Motta, em 1955, auxiliou na aprovação do Projeto de Lei que permitiu ao Corpo de Bombeiros voltar a prestar seus serviços à sociedade potiguar.


Assessoria de imprensa do deputado Rafael Motta

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14/04/2022

É uma aberração ou o capeta realmente existe? entenda o que aconteceu.

Diabão consegue ouvir? Entenda como é a cirurgia para retirar as orelhas que brasileiro fez e chocouMétodo é indicado apenas para pacientes com casos oncológicos específicos. Entenda o procedimento realizado por Diabão
Do Terra - Michel Faro Praddo é um tatuador que ficou conhecido como Diabão nas redes sociais. Ele é famoso por suas inúmeras tatuagens pelo corpo - inclusive no rosto - e, principalmente, por já ter realizado mais de 60 tipos diferentes de modificações corporais. E a última delas foi a retirada das duas orelhas.

Em seu Instagram, Diabão fez uma postagem mostrando o resultado do procedimento e agradecendo um amigo que o ajudou. "Obrigado pelo presente", disse o tatuador.
Rapidamente, os seguidores de Diabão começaram a compartilhar suas dúvidas sobre a retirada das orelhas. Afinal, quais os riscos desse tipo de cirurgia? Ele consegue ouvir?

Entenda o que é a retirada das orelhas clinicamente
Não se sabe ao certo como foi realizado o procedimento no corpo de Diabão. No entanto, de acordo com o Dr. Fernão Bevilacqua, otorrinolaringologista do Hospital Albert Sabin (HAS), em São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e da Academia Brasileira de Audiologia, esse tipo de procedimento costuma ser realizado apenas em pacientes com doenças oncológicas.

"Ou seja, um paciente que tenha um câncer, que necessite realizar um procedimento no crânio por algum tumor. Nós retiramos o pavilhão auricular [região externa das orelhas] para que o paciente tenha sobrevida, algo que possa trazer saúde ao paciente. Jamais devemos realizar a retirada do pavilhão auricular por estética", completa o médico.

Assim como qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos relacionados com a anestesia - que costuma ser geral para esse caso - e chances de ocorrer alguma infecção ou inflamação. "Existem bactérias, fungos e vírus que estão, normalmente, colonizando a nossa pele e o nosso conduto", revela o Dr. Bevilacqua.

Paciente consegue ouvir, mas a audição fica comprometida
O procedimento não impede o paciente de ouvir. No entanto, a qualidade da audição tende a ficar comprometida. De acordo com o otorrino, nós conseguimos ouvir por meio de duas vias: a óssea e a aérea. "Quando nós tiramos o pavilhão e fica só um buraquinho do ouvido, nós temos um prejuízo na captação, na localização sonora e na amplificação" explica o médico.

Isso significa que a retirada das orelhas não deixa o paciente surdo, mas causa um dano significativo para a audição. Por fim, o Dr. Bevilacqua reforça que esse tipo de procedimento não deve ser realizado por estética. "A indicação cirúrgica é sempre para reconstruir a orelha, trazer mais saúde para o paciente e não menos saúde", finaliza.

Blog ipanoticias-Neto Camilo Radialista

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Homicídio é registrado na zona rural de Ipanguaçu.

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