A renúncia ocorre às vésperas da retomada do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode resultar na cassação de seu mandato e na declaração de inelegibilidade.
O TSE analisa o caso que investiga suposto abuso de poder político e econômico durante a campanha eleitoral de 2022. Mesmo fora do cargo, o processo seguirá em tramitação, e Castro ainda poderá ser declarado inelegível. Até o momento, o placar no tribunal é desfavorável ao governador, com dois votos pela cassação.
A ação em julgamento analisa denúncias do Ministério Público Eleitoral sobre um suposto esquema de contratações irregulares na Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro).
Segundo as investigações, cerca de 27 mil servidores temporários teriam sido contratados sem transparência e utilizados como base durante a campanha que garantiu a reeleição de Castro. Há indícios de que parte desses trabalhadores atuou como cabos eleitorais de aliados, em um modelo que, segundo os autos, teria beneficiado diretamente candidaturas.
Blog Ipanoticias - Neto Camilo radialista
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