10/12/2020

Brasil se aproxima de 180 mil mortos por Covid-19 com alta nas médias móveis de óbitos e casos.

Brasil se aproxima de 180 mil mortos por Covid-19 com alta nas médias móveis de óbitos e casos.
País tem 179.801 óbitos registrados e 6.783.543 diagnósticos de Covid-19 desde o começo da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Pelo 2º dia seguido 21 estados e o DF aparecem simultaneamente com tendência de alta na média de mortes.

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira (10)

O país registrou 769 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 179.801 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 642. A variação foi de +35% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.783.543 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 53.425 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 42.290 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +34% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e um estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média móvel de mortes: PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE. É o segundo dia seguido em que tantos estados aparecem simultaneamente com tendência de alta nas mortes pela doença desde que o consórcio começou a acompanhar essas tendências, em 9 de julho. Antes disso, o máximo de estados em alta ao mesmo tempo havia sido de 18.

Brasil, 10 de dezembro
Total de mortes: 179.801
Registro de mortes em 24 horas: 769
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 642 variação em 14 dias: +35%
Total de casos confirmados: 6.783.543
Registro de casos confirmados em 24 horas: 53.425
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 42.290 por dia variação em 14 dias: +34%
Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 179.063 mortes e 6.735.373 casos confirmados.

Estados
Subindo 21 estados + o DF: PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE
Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente 3 estados: AP, PA e AL
Em queda 2 estados: AM e MA
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Brasil, 10 de dezembro
Total de mortes: 179.801
Registro de mortes em 24 horas: 769
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 642 variação em 14 dias: +35%
Total de casos confirmados: 6.783.543
Registro de casos confirmados em 24 horas: 53.425
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 42.290 por dia variação em 14 dias: +34%
Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 179.063 mortes e 6.735.373 casos confirmados.

Estados
Subindo 21 estados + o DF: PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE
Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente 3 estados: AP, PA e AL
Em queda 2 estados: AM e MA
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Por G1: 10/12/2020
BLOG: J, IPANGUAÇUENSE

Robinho é condenado em segunda estância na Itália.

Robinho é condenado em segunda estância na Itália.
A corte de apelação da Justiça italiana  Falco a nove anos de prisão por estupro coletivo de uma jovem albanesa na madrugada de 22 a 23 de janeiro de 2013, numa boate de Milão chamada Sio Café. A defesa do jogador saiu cabisbaixa da audiência e afirmou que entrará com pedido de recurso na Corte de Cassação, terceira instância.

"Foi Uma investigação bem feita, de modo sério, com uma sentença de primeiro grau correta. Profissionalmente, estou muito satisfeito, principalmente pela vítima", disse Cuno Tarfusser, procurador do Ministério Público que atuou no caso em segunda instância.

O brasileiro foi representado pelos advogados italianos Alexander Guttieres e Franco Moretti - foi este último quem se pronunciou na audiência. Também esteve presente a advogada brasileira Marisa Alijia. Alijia proibiu que os advogados italianos falassem com a imprensa brasileira.

A defesa de Robinho apresentou um recurso de 65 páginas, 19 anexos e 4 consultorias técnicas diversas. A defesa tentou desmontar a sentença que condenou Robinho a 9 anos de prisão por estupro coletivo. Moretti disse que não existem provas de que a vítima estava em condição de inferioridade psíquica e física. Para a defesa de Robinho, é impossível provar que, entre 30 e 50 minutos, seis pessoas cometeram um ato sexual sem o consentimento da garota.

Eles apelaram também para o fato de que algumas traduções teriam sido feitas em modo errôneo, justificando que, segundo a transcrição das interceptações, não é possível provar que Robinho tenha tido relação sexual completa com vítima, mas "somente" oral.

Sala da audiência do julgamento em 2ª instância de Robinho

Defesa apresentou dossiê sobre a vida da vítima

Foram apresentadas também algumas fotos encontradas em um HD onde foi realizada uma perícia técnica para provar que Robinho estava com amigos naquela noite. Por último, divulgaram um dossiê da vida pessoal da vítima, com fotos resgatadas nos perfis sociais da garota para tentar provar a sua familiaridade com o álcool.

42 fotos foram anexadas ao dossiê e em nove delas se via um copo - apenas uma, no entanto, mostrava a mulher com um copo na mão, tomando uma bebida que parecia um spritz, muito comum na Itália.

Já o procurador Cuno Tarfusser disse que os fatos são indiscutíveis: que três garotas foram a um local em Milão, que quando chegaram se agregaram aos brasileiros, que certamente a garota bebeu, que duas delas deixaram o local e a vítima ficou sozinha, que entre 40 e 50 minutos tiveram relação sexual com essa garota e que essa relação aconteceu no camarim do local.

Por: Janaína Cesar em 10/12020 do uol esporte
Por blog: j, ipanguaçuene

09/12/2020

Morre aos 64 anos o ex jogador italiano o carrasco Brasil de 82, Paolo Rossi.

Paolo Rossi Prato, 23 de setembro de 1956 9 de dezembro de 2020) era um futebolista italiano que atuava como centroavante e também como Meia Atacante Celebrizou-se como o principal condutor do tricampeonato mundial e principal Ídolo da Seleção Italiana de Futebol, na Copa do Mundo de 1982. 

Isto incluiu o dia em que foi O Maestro e Principal carrasco da favorita Seleção Brasileira, ao marcar os três gols da vitória italiana que desclassificou os sulamericanos, no que ficou conhecido como "tragédia do Sarrià" (o estádio em Barcelona onde realizou-se a partida), considerada uma derrota muito marcante na história da Seleção Canarinho, que há época tinha a Melhor Seleção dos Últimos Tempos Considerada por Muitos. associado à história da seleção brasileira por ter feito os três gols que eliminaram o Brasil da Copa de 82, o ex-atacante italiano Paolo Rossi morreu nesta quarta-feira, aos 64 anos, segundo informa a imprensa italiana. 

Ainda não há informações sobre as circunstâncias da morte.Paolo Rossi na Copa do Mundo de 1982 — Foto: Getty Images
A notícia da morte do Bambino D'Oro foi divulgada inicialmente pela emissora de TV RAI, e posteriormente no site do jornal "Gazetta dello Sport".

Carrasco do Brasil, Paolo Rossi “marca” pela 1ª vez no Maracanã e pede música por três gols em 1982. O ex-jogador da Juventus foi campeão e artilheiro do Mundial da Espanha-1982, com seis gols. Até a segunda fase, ainda não tinha marcado nenhum, mas desencantou na vitória da Itália por 3 a 2 sobre a seleção dirigida por Telê Santana, que marcou época com craques como Zico, Falcão, Júnior e Sócrates.

Depois, Rossi marcou os dois gols da vitória por 2 a 0 sobre a Polônia, na semifinal, e fez o primeiro da Itália no 3 a 1 sobre a Alemanha na decisão.

Por Redação do ge — Rio de Janeiro 09/12/2020
REPOSTADO POR BLOG: J, IPANGUAÇUENSE

08/12/2020

Brasil tem quase 800 mortes por Covid em 24 horas, e passa de 178 mil no total

Brasil tem quase 800 mortes por Covid em 24 horas, e passa de 178 mil no total
País tem 178.184 óbitos registrados e, 6.675.915 diagnósticos de Covid-19 desde o começo da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Com 796 mortes em um dia, média móvel de óbitos foi para 617.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (8).

O país registrou 796 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 178.184 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 617, a mais alta registrada desde 7 de outubro -- nesse dia, a média foi de 631. A variação foi de +31% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.675.915 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 47.850 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 41.056 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +31% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Por g1. Em 08/12/2020
POR: BLOG: J, IPANGUAÇUENSE

Quem inventou o VAR?

Como surgiu o VAR? Uso de imagem para tira-teima vai além do futebol
Árbitro Juan Benítez checa o VAR durante Brasil x Venezuela pelas Eliminatórias
Imagem: Fernando Bizerra-Pool/Getty Images

Quem inventou o VAR? - Pergunta de Arnaldo Varela, de Juiz de Fora (MG).

A arbitragem de vídeo no futebol é coisa recente, mais precisamente de 2016, com os primeiros testes conduzidos em um amistoso na Holanda entre PSV e FC Eindhoven.

O primeiro uso do VAR em jogos oficiais também aconteceu por lá, num jogo da Copa da Holanda entre Ajax e Willem II, em setembro de 2016. Mas a tecnologia para checar resultados com mais precisão do que os árbitros é coisa muito mais antiga. Pode isso, Arnaldo?

Falando de eventos esportivos de grande porte, o uso de imagens para definir resultados data de mais de 100 anos atrás. Nas Olimpíadas de 1912 em Estocolmo, na Suécia, um sistema de cronômetros sincronizados com uma câmera foi usado para registrar a chegada na final dos 1.500 m. O vencedor incontestável foi o inglês Arnold Jackson (à esquerda na foto abaixo), mas as medalhas de prata e de bronze só foram definidas entre os americanos Abel Kiviat e Norman Taber, respectivamente, com a foto deles cruzando a linha.

Nas corridas de cavalo, o uso de imagens é até mais antigo. Mas só tirava a foto do vencedor, o que impossibilitava revisar a colocação de quem chegava atrás. O registro mais antigo desse recurso vem de 1890, obra de John Charles Hemment.

Nos anos 1930, entrou em cena no turfe, mais precisamente no Del Mar Turf Club, na Califórnia (EUA), um avanço conhecido como photo-chart, com a câmera instalada na linha de chegada fazendo várias imagens.

O sistema era coisa de cinema, literalmente, já que foi inventado por um engenheiro do estúdio Paramount chamado Lorenzo Del Riccio. A grande inovação de Del Riccio foi fazer o filme fotográfico correr pela abertura da lente na mesma velocidade dos cavalos —só que no sentido contrário— enquanto os cliques da câmera eram disparados. Com essa manobra, em vez de as imagens dos cavalos saírem borradas na foto, elas ficavam congeladas enquanto o fundo ficava borrado.

Digamos, então, que a captura de imagens em retas finais de corridas sejam avós do VAR. E se a herança mais antiga da arbitragem de vídeo vem do cinema, a paternidade vem da TV.

O DNA do VAR está intrinsecamente ligado à uma invenção que revolucionou a televisão em 1963: o replay ao vivo. Num jogo de futebol americano entre a marinha e o exército dos EUA, um evento transmitido em rede nacional à época, o diretor de TV Tony Verna, então com 29 anos, testou a novidade.

A aparelhagem para tornar possível o replay era do tamanho de um refrigerador e ficava instalada dentro de um caminhão, fora do estádio e do estúdio. Para rodar a repetição, os técnicos tinham que ser cuidadosos, porque o replay era gravado em cima de fitas usadas —e alguma imagem antiga podia ficar sobreposta e vazar no ar.

Outro grande feito foi acelerar o tempo do replay: o que costumava durar 15 minutos foi reduzido para 15 segundos pelo time de Verna. Veja o primeiro repeteco ao vivo no vídeo a seguir:

Hoje em dia, ninguém imagina uma transmissão esportiva sem replay instantâneo, de vários ângulos diferentes, com a imagem indo e voltando, em variadas velocidades. Pensando bem, até que demorou para o recurso fazer parte das decisões em campo: o futebol americano foi pioneiro, adotando revisões em vídeo oficialmente desde 1986 —algo que só ocorreu em esportes como basquete, tênis, vôlei, beisebol e o próprio futebol depois dos anos 2000.

E como o uso do VAR é sempre uma questão de tempo, a torcida geral é que, dentro de campo, a velocidade na sua aplicação aumente na mesma proporção de quando Verna "inventou" o replay, quase 70 anos atrás. A regra é clara no entretenimento: a câmera pode até ser lenta, mas quanto mais rápido o andamento do jogo, melhor.

Por: Tiago jokura
REPOSTADO POR BLOG: J, IPANGUAÇUENSE

Segundo o presente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, ele garante ter vacina para todos

Segundo o presente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, ele garante ter vacina para todos
Jair Bolsonaro garantiu que o governo aguarda apenas a certificação da Anvisa para dar início à imunização da população contra Covid-19. Segundo o presidente, a vacinação será para “todos, gratuita e não obrigatória.

Notícia dada por: notícia do pássaro.
Repostado por; BLOG J, IPANGUAÇUENSE

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